Uma folha em branco me deu a ideia de escrever sobre o fato de eu não ter ideias.
Talvez escrever sobre não escrever rende algo, algo mais do que eu esperava. Eu peguei a folha em branco e esperava escrever algo magnífico, mas aparentemente, não foi bem assim. Não escrevi um texto com uma mensagem para a vida toda ou com alguma lição, esperei que fizesse isso, mas não fiz.
A vida se assemelha a esse momento, pegar uma folha branca e não saber o que escrever. Nunca sei o que fazer da minha vida. Acredito que por isso que dizem que quando fazemos as coisas no impulso elas saem quase perfeitas, mas eu prefiro algo mais planejado. Segurança talvez.
Outra coisa que me lembrou a vida foi que eu não sabia o que escrever, mas esperei escrever algo. Esperar, acredito eu, vem da palavra Esperança. Não se pode muito ter Esperança. Quer dizer, deve-se ter muita Esperança, mas não se deve esperar nada de ninguém. Pois assim como eu me decepcionei com esse texto, você também irá se decepcionar.
Ainda continuo sem saber sobre o que escrever, mesmo que já tenho chegado a metade do texto. Engraçado, lá vem a vida de novo.
Quantas vezes não começamos algo e paramos no meio do caminho? Sou campeão disso. Esse texto mesmo é um exemplo, vou parar por aqui. Cansei, estou cansado. De tudo e de nada. Apenas cansei.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Bom Dia Povo Amado,
Dizem que eu acordei, mas não é toda a verdade.
A verdade é que eu já estava acordado, já estava acordado há muito mais tempo do que vocês ousam imaginar. Só estava esperando vocês. Havia alguns homens de boa fé que já praticavam tais ações, homens que lutavam, mas lutavam sozinhos. Não mais.
Não foi o Brasil que acordou, mas o seu povo e não há povo mais forte do que o povo unido. Melhor dizendo, refraseando essa parte, não há povo mais forte do que o povo Brasileiro unido. Não aguentava mais esperar o momento em que vocês percebessem ou ao menos notassem que eu não sou apenas o lar do carnaval e do futebol, que eu não sou apenas risos e samba no pé. Eu também sou educação, sou saúde, sou um país que quer se ver livre da corrupção, sou um país que quer ver o lema de sua bandeira em ação.
Pisotearam na minha glória e sambaram em quem um dia já fui. Lembro de quando me tornaram independente, quando me tornaram uma democracia após anos de ditadura e de quando caminharam para a retirada de um presidente. Um povo que conseguiu tanto não seria capaz de ter desaparecido e eu estava certo. Vocês todos engoliram o lixo comercial e político que foram oferecidos à vocês, engoliram e ainda pediam por mais. Vocês estavam certos, o Gigante acordou, na verdade, os Gigantes acordaram. O povo se reúne nas ruas e clamam por algo.
Mas devo alertar cada um de vocês que, de fato, não se consegue tudo de uma única vez. Lembre-se que demorou quase três meses para que o presidente fosse retirado do poder e é por isso que devem ser pacientes. Não desistam e não parem de lutar, vocês são meus filhos e meus protetores, são aqueles que irão mudar o futuro.
Peço apenas para que os manifestantes que estão utilizando da violência que lembrem que um dos nossos lemas é "Paz no futuro e glória no passado." e esse deverá ser respeitado.
Essa carta é do Brasil para o povo, para o meu povo. Uma lágrima cai pelo meu rosto tão maltratado em homenagem à vocês. O Brasil sorri em homenagem à vocês. O Brasil começa o seu árduo trabalho para se tornar Ordem e Progresso, pois Verás que um filho meu não foge à luta e que um Povo heroico me levará ao caminho Iluminado ao sol do Novo Mundo.
A verdade é que eu já estava acordado, já estava acordado há muito mais tempo do que vocês ousam imaginar. Só estava esperando vocês. Havia alguns homens de boa fé que já praticavam tais ações, homens que lutavam, mas lutavam sozinhos. Não mais.
Não foi o Brasil que acordou, mas o seu povo e não há povo mais forte do que o povo unido. Melhor dizendo, refraseando essa parte, não há povo mais forte do que o povo Brasileiro unido. Não aguentava mais esperar o momento em que vocês percebessem ou ao menos notassem que eu não sou apenas o lar do carnaval e do futebol, que eu não sou apenas risos e samba no pé. Eu também sou educação, sou saúde, sou um país que quer se ver livre da corrupção, sou um país que quer ver o lema de sua bandeira em ação.
Pisotearam na minha glória e sambaram em quem um dia já fui. Lembro de quando me tornaram independente, quando me tornaram uma democracia após anos de ditadura e de quando caminharam para a retirada de um presidente. Um povo que conseguiu tanto não seria capaz de ter desaparecido e eu estava certo. Vocês todos engoliram o lixo comercial e político que foram oferecidos à vocês, engoliram e ainda pediam por mais. Vocês estavam certos, o Gigante acordou, na verdade, os Gigantes acordaram. O povo se reúne nas ruas e clamam por algo.
Mas devo alertar cada um de vocês que, de fato, não se consegue tudo de uma única vez. Lembre-se que demorou quase três meses para que o presidente fosse retirado do poder e é por isso que devem ser pacientes. Não desistam e não parem de lutar, vocês são meus filhos e meus protetores, são aqueles que irão mudar o futuro.
Peço apenas para que os manifestantes que estão utilizando da violência que lembrem que um dos nossos lemas é "Paz no futuro e glória no passado." e esse deverá ser respeitado.
Essa carta é do Brasil para o povo, para o meu povo. Uma lágrima cai pelo meu rosto tão maltratado em homenagem à vocês. O Brasil sorri em homenagem à vocês. O Brasil começa o seu árduo trabalho para se tornar Ordem e Progresso, pois Verás que um filho meu não foge à luta e que um Povo heroico me levará ao caminho Iluminado ao sol do Novo Mundo.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Devaneios Estranhos sobre a Mente e o Coração.
Anseio pela poesia, assim como uma criança anseia pelo leite da mãe. Assim como o ser humano anseia pela água, eu anseio pelas minhas palavras. Uma fonte mais do que inesgotável de criação e o poesia, essa é a minha mente distorcida.
A minha mente é capaz de criar histórias tão absurdas que eu jamais ousaria colocá-las no papel, mas elas estão lá dentro, pairando, esperando o momento do brilho da coragem de escrever. Não vai acontecer, jamais. Sou um poeta covarde e um escritor careta. Minha ousadia não passa da descrição de alguém morrendo de forma cruel, meus dedos travam ao querer escrever em detalhes tudo que se passa em minha mente, histórias que jamais serão lidas ou sentidas do mesmo modo que eu as senti e as criei.
A mente de um escritor está diretamente conectada com o coração, pois uma história criada sem um coração, não é uma história. O problema é que minha mente é distorcida, ilusória, trapaceira e astuciosa. Quando minha mente se conecta com meu coração, um mundo vazio e confuso começa a se formar e eu me sinto perdido. O mundo real é triste.
O mundo em que eu crio todos os dias na minha cabeça, desaparece quando a mente se conecta ao coração e esse mundo desaparece por uma simples causa: A razão não se mistura com emoção. O real não se mistura com o irreal.
A razão é lógica e quer ter sempre razão, e quase sempre tem mesmo; é sempre um prazer trabalhar com sua mente, ela pode criar um mundo só seu, onde tudo acontece de acordo com seu humor, onde tudo acontece porque você quer que aconteça, onde você tem poder absoluto sobre a vida daquelas pessoas que foram criadas por você, mas isso não é usar o coração? Será que quando criamos esses personagens da vida real não estamos, de fato, usando nosso coração para que possamos gostar deles? Ou até mesmo odiá-los?
O coração bate, se você viver até os setenta anos, aproximadamente: 72 vezes por minuto, 100 mil vezes por dia, 38 milhões de vezes por ano e uma média total de 2,5 bilhões de vezes. A mente é capaz de produzir um número incontável de pensamentos. Tanto poder em um único corpo. Um corpo fragmentado pela dúvida, pois a dúvida é a única coisa que ocupa minha mente vazia que, na verdade, não está tão vazia assim.
A minha mente é capaz de criar histórias tão absurdas que eu jamais ousaria colocá-las no papel, mas elas estão lá dentro, pairando, esperando o momento do brilho da coragem de escrever. Não vai acontecer, jamais. Sou um poeta covarde e um escritor careta. Minha ousadia não passa da descrição de alguém morrendo de forma cruel, meus dedos travam ao querer escrever em detalhes tudo que se passa em minha mente, histórias que jamais serão lidas ou sentidas do mesmo modo que eu as senti e as criei.
A mente de um escritor está diretamente conectada com o coração, pois uma história criada sem um coração, não é uma história. O problema é que minha mente é distorcida, ilusória, trapaceira e astuciosa. Quando minha mente se conecta com meu coração, um mundo vazio e confuso começa a se formar e eu me sinto perdido. O mundo real é triste.
O mundo em que eu crio todos os dias na minha cabeça, desaparece quando a mente se conecta ao coração e esse mundo desaparece por uma simples causa: A razão não se mistura com emoção. O real não se mistura com o irreal.
A razão é lógica e quer ter sempre razão, e quase sempre tem mesmo; é sempre um prazer trabalhar com sua mente, ela pode criar um mundo só seu, onde tudo acontece de acordo com seu humor, onde tudo acontece porque você quer que aconteça, onde você tem poder absoluto sobre a vida daquelas pessoas que foram criadas por você, mas isso não é usar o coração? Será que quando criamos esses personagens da vida real não estamos, de fato, usando nosso coração para que possamos gostar deles? Ou até mesmo odiá-los?
O coração bate, se você viver até os setenta anos, aproximadamente: 72 vezes por minuto, 100 mil vezes por dia, 38 milhões de vezes por ano e uma média total de 2,5 bilhões de vezes. A mente é capaz de produzir um número incontável de pensamentos. Tanto poder em um único corpo. Um corpo fragmentado pela dúvida, pois a dúvida é a única coisa que ocupa minha mente vazia que, na verdade, não está tão vazia assim.
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