Pela primeira não quero falar sobre amor. Não quero falar sobre meus sentimentos. Pela primeira vez na vida eu não quero falar. Parece que o silêncio me é a melhor solução e me parece que estou perdendo a mi mesmo mais que do estou perdendo minha Valência. Entretanto para perder, é preciso ter tido algum dia e eu nunca a tive.
Não é uma grande decepção quando finalmente descobrimos que nosso coração merece a dor que sente? Eu já falei sobre minha teoria diversas vezes e parece que eu não tenha mesmo nascido para ser feliz. Sei que sempre pareço estar sorrindo, mas a verdade é que minha alma chora e chora mais do que gostaria.
As desilusões de um poeta são sempre elevadas e é trágico se não fosse tão engraçado. Escrevo o que minha alma pede para escrever e sinceramente choro enquanto as palavras aqui são formadas. Acho que está na hora de deixar de ser poeta e me tornar humano. Talvez seja hora de crescer e perceber que o mundo não é movido por palavras, não importa o quão belas elas sejam. Note que o mundo, apesar de ser movido pelas ações das pessoas, sempre terá aquela ação movida por palavras. Na guerra é o discurso de seu comandante que te faz ir em frente e assim também funciona com o amor. Lá vamos nós comparar o amor à guerra.
Minhas palavras estão tão confusas quanto minha alma e meu coração. Acontece que pela primeira vez realmente não sei o que estou escrevendo, mesmo lendo tudo que está aqui. Pela primeira vez não quero chorar e não quero sorrir, quero apenas não sentir. Sempre você que me deixa sem palavras, mas pela primeira vez queria falar e pela primeira vez, desejo não te amar.
domingo, 14 de setembro de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Viva Vivaldi
A partira de uma música é quase tão importante quanto sua letra. Aliás, acredito que as duas tenham igual importância, entretanto é possível fazer música sem letra, mas não sem melodia e para a melodia é necessária a partitura. A definição dessa palavra é a de que é como um sistema de linguagem musical padronizado no mundo todo, ou seja, são símbolos que representam a própria música.
As últimas três noites eu dormi ao som de Mozart e agora escrevo esse texto ao som de Vivaldi. Não sou grande conhecedor da música clássica ou de música no geral, mas sinto algo quando escuto Mozart e algo quando escuto Vivaldi. Com Mozart eu senti uma paz de espírito tão grande que caí num sono leve e profundo, com sonhos que me fizeram acordar renovado, senti meu corpo relaxado e minha mente clara como a neve. Já com Vivaldi senti uma emoção forte, senti meu espírito se enraivecer e depois se acalmar, me senti tão vivo que eu tive a sensação de que poderia fazer qualquer coisa, era como se o mundo estivesse ao alcance das minhas mãos e meus dedos deslizavam enquanto escrevia esse texto e lágrimas escorriam pelo meu rosto acompanhando meus dedos que nervosos seguiam a batida do meu coração.
A música consegue definir um sentimento sem dizer uma única palavra, consegue nos mudar sem uma única sílaba e acho isso incrível, eu, como escritor, acho maravilho os momentos que me deixam sem palavras.
A menina musical e que chora ao som da música foi aquela que me deixou sem palavras e que depois me deixou com palavras demais. Aquela cujos longos cabelos me fizeram sonhar de noite e cujo sorriso me fez sonhar de dia. Ela me introduziu ao mundo musical dela e eu me encantei. De sertanejo à música clássica, ela me fez ir de organizador de tabelas à menino que come sorvete com o dedo. Mudou a minha partitura e eu sinceramente espero ter mudado a dela. Ela foi como Mozart, que me fez sentir uma paz de espírito e que me fez acalmar, que transformou minha vida na paz e que me ter noites de sono profundas. Depois ela veio como Vivaldi e bagunçou meu espírito, me fez ir à loucura, uma emoção forte, me fez odiá-la e depois amá-la com segundos de diferença, me deixou sem chão, mas também me tirou o teto. Ela faz meus dedos escorregarem para a beleza de meus poemas e meu coração acelerar à rapidez de meus textos e é ela quem me faz ficar acordado de madrugada simplesmente pensando se algum dia serei capaz de fazer com ela o que ela fez comigo. Penso se algum dia minha partitura será a dela também e se juntos iremos reger a próxima grande sinfonia da vez.
As últimas três noites eu dormi ao som de Mozart e agora escrevo esse texto ao som de Vivaldi. Não sou grande conhecedor da música clássica ou de música no geral, mas sinto algo quando escuto Mozart e algo quando escuto Vivaldi. Com Mozart eu senti uma paz de espírito tão grande que caí num sono leve e profundo, com sonhos que me fizeram acordar renovado, senti meu corpo relaxado e minha mente clara como a neve. Já com Vivaldi senti uma emoção forte, senti meu espírito se enraivecer e depois se acalmar, me senti tão vivo que eu tive a sensação de que poderia fazer qualquer coisa, era como se o mundo estivesse ao alcance das minhas mãos e meus dedos deslizavam enquanto escrevia esse texto e lágrimas escorriam pelo meu rosto acompanhando meus dedos que nervosos seguiam a batida do meu coração.
A música consegue definir um sentimento sem dizer uma única palavra, consegue nos mudar sem uma única sílaba e acho isso incrível, eu, como escritor, acho maravilho os momentos que me deixam sem palavras.
A menina musical e que chora ao som da música foi aquela que me deixou sem palavras e que depois me deixou com palavras demais. Aquela cujos longos cabelos me fizeram sonhar de noite e cujo sorriso me fez sonhar de dia. Ela me introduziu ao mundo musical dela e eu me encantei. De sertanejo à música clássica, ela me fez ir de organizador de tabelas à menino que come sorvete com o dedo. Mudou a minha partitura e eu sinceramente espero ter mudado a dela. Ela foi como Mozart, que me fez sentir uma paz de espírito e que me fez acalmar, que transformou minha vida na paz e que me ter noites de sono profundas. Depois ela veio como Vivaldi e bagunçou meu espírito, me fez ir à loucura, uma emoção forte, me fez odiá-la e depois amá-la com segundos de diferença, me deixou sem chão, mas também me tirou o teto. Ela faz meus dedos escorregarem para a beleza de meus poemas e meu coração acelerar à rapidez de meus textos e é ela quem me faz ficar acordado de madrugada simplesmente pensando se algum dia serei capaz de fazer com ela o que ela fez comigo. Penso se algum dia minha partitura será a dela também e se juntos iremos reger a próxima grande sinfonia da vez.
domingo, 18 de maio de 2014
Janela Aberta
Uma conversa
Aberta
Uma janela
Secreta
Um momento
Único
Meu alfabeto
Rúnico
Minhas palavras
Antigas
De mente
Intrigas
O meu
É seu
O nosso
Que posso
Ter
Ou não
A emoção
De ser
E poder
Dizer
Que é minha
Valentia
Aberta
Uma janela
Secreta
Um momento
Único
Meu alfabeto
Rúnico
Minhas palavras
Antigas
De mente
Intrigas
O meu
É seu
O nosso
Que posso
Ter
Ou não
A emoção
De ser
E poder
Dizer
Que é minha
Valentia
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Carol
Como se pode definir em palavras um sentimento? Não importa
qual o sentimento, será possível defini-lo através das palavras? Eu sempre fui
um defensor das palavras, pois não importa o quão estranho algo seja, palavras
sempre podem descrevê-las.
Eu nunca fui de dizer eu te amo para os meus amigos, apesar
de considerar isso um ato belo. Eu nunca fui de abraça-los e nem de ser
extremamente agradável. Não sou assim
com as pessoas. Mas você não é uma pessoa qualquer, não é mesmo? Você é a “minha
pessoa”. Eu já disse isso antes, mas gosto de repetir. Existe um único ser
humano nessa terra quem dou ouvidos e essa pessoa é você, Carol.
Não lhe abraço, é verdade, mas o que dizer? Você também
gosta de abraços. Não digo que te amo o tempo todo, mas fazer o que? Não temos
esse tipo de amizade, não, temos um nível de amizade tão forte que brigamos (ou
discutimos, me soa melhor) todos os dias e ainda assim, continuo a revelar
todos meus segredos unicamente a você.
Sempre me gabei por dizer que ninguém sabia tudo sobre mim,
que eu conto uma parte para cada pessoa, mas esse dia chegou ao fim, você é a
única pessoa que sabe tudo e, arrisco ainda dizer que, é a única pessoa do
mundo que me conhece tão bem ao ponto de eu não precisar falar para você saber
o que se passa. Sinto orgulho de ser seu amigo, de verdade verdadeira.
Você é uma pessoa chata, de verdade, e sei que você vai
interpretar isso de forma negativa, mas são as suas chatices que me encantaram.
Você tem o incrível poder de sempre vencer e isso me irrita, mas me agrada.
Digo que agrada, pois você está mesmo quase sempre certa (quase sempre
significa sempre).
Dentre todas as pessoas do mundo, dizia minha mãe, você era
a última pessoa do mundo pela qual eu criaria algum tipo de afeição. Até hoje
não entendo o motivo disso. Somos feitos um para o outro, no sentido da amizade
eterna. Sei que às vezes te desaponto com minhas idiotices e escolhas
estupidas, com minha criancice e meu temperamento extremamente bem humorado.
Dentre todas as coisas que tanto quero nessa vida, a primeira dela é nunca
perder sua amizade, o conforto do seu sorriso, o tom de sua voz ao brigar
comigo, seu poder de persuasão que me levou ao bar e me fez beber bebida alcoólica,
o seu afeto e o carinho que sei que você sente por mim. Não estou sendo
convencido, estou apenas citando fatos, você me ama e eu sei disso. Que você
saiba que você é única na minha vida e sempre será e não importa o tempo e nem
as razões que possam nos afastar, você terá sempre um lugar no meu coração.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Vida de um Autoimune
Tenho uma doença autoimune. Uma doença autoimune é uma doença que faz com que meu corpo lute contra ele mesmo. Os soldados que deveriam me proteger, acham que sou uma ameaça e me atacam. Isso é engraçado dentro do contexto apresentado. Veja bem, eu não sou uma pessoa que escolhe as coisas facilmente e vivo em confronto comigo mesmo. Eu sou autoimune.
Tenho uma tendencia enorme a me sabotar quando sei que estou perto de ser feliz plenamente. Eu deveria me defender com todas as forças da infelicidade, ma seu vejo a felicidade e penso que ela é uma inimiga, então a ataco. Uma vez, em um texto, eu disse que havia criado uma teoria em que eu não nasci para ser feliz, essa teoria continua uma teoria, mas ela se encaixa no quebra cabeça de hoje.
No período da tarde conversava com meus amigos sobre meu probleminha de saúde, a Artrite Reumatoide Idiopática, ou como gosto de chama-la, Artie. Enfim, estávamos conversando sobre Artie e me fizeram perguntas sobre dor, onde dói e etc e tal. Ao chegar em casa meu dedo estava inchado, ou seja, de um tamanho normal já que meus dedos são extremamente finos. E então eu notei que havia respondido errado, não me dói o dedo, mas a alma. Minha mãe diz que existem pessoas com a mesma doença que eu, mas em estado pior, sei que vai parecer meio egoísta, mas eu não ligo. Eu me importo com o que eu estou sentindo e nesse momento é raiva. Tenho raiva de ter sido escolhido para portar essa doença e tenho raiva de nunca ter desabafado com ninguém o quanto ela me fere por dentro. A dor que ela causa aos meus dedos não são nada comparadas à dor que sinto em meu coração ao pensar no meu futuro. Não digo que se um dia eu parar em uma cadeira de rodas que minha vida simplesmente vai acabar, mas digo que vai doer. Eu corro o tempo todo e me sinto bem quando faço isso, livre.
Descobri a Artie quando tinha meus quatorze anos de idade e desde então minha vida sofreu pequenas alterações, como não conseguir abrir uma garrafa de refrigerante ou colocar as calças para ir à escola. Aos quinze anos, eu me trancava no banheiro e chorava todas as noites, mas não choro mais. Aliás, notei que sou quem sou hoje, devido minha condição. A Artie me fez aprender a criar piadas, me fez encarar a vida de uma forma tão bela que eu quase agradeci por ter a doença. Será então que minha raiva é pelo fato de eu ser, em partes, grato à essa doença?
Artie também é uma doença degenerativa, o que significa que vou me degenerando conforme o tempo passa, ou seja, vou ficando deformado. Acho que sou um ser degenerativo, pois tenho outra doença degenerativa que se chama amor. O amor de destrói e me corrói. Juro que tentei não transformar isso em um texto de amor, mas a vida não é basicamente isso? Amor? Pois bem, o amor me degenera, cada vez que amo, meu coração se quebra um pouco. Não é que eu queria que ele se destrua, mas é só o meu corpo lutando contra ele mesmo, me transformando em um ser novo, me degenerando de forma nada peculiar. Uma menina linda me disse hoje que sentia algo por mim e eu sentia, ou ainda sinto, algo por ela. Meu medo me impediu de falar com ela e a dedução incorreta dela a fez encontrar um novo amante. Mais uma prova da autoimunidade de minha vida, eu me boicotei. Sabia que ela sentia algo por mim, mas preferi ficar quieto. O meu silêncio é minha maior falha. O meu silêncio grita meus maiores medos.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Resolução Máxima
Todas as pessoas dizem ter resoluções para o próximo ano. Todas as pessoas dizem ter esperança de um mundo melhor. Decidi criar minha lista de resoluções também. A primeira coisa nessa lista é que eu quero fazer as pessoas sorrirem, gargalharem, mijar nas calças de tanto rir. Sério. Não há nada, repito: nada, mais gratificante do que ver alguém sorrir e saber que você foi o motivo. Gosto de ser engraçado e sei que é minha maior qualidade. Espero não ter desapontado ninguém. Até minhas fotos toscas e xexelentas são para fazê-los rir. Dizem que temos uma missão na Terra, pois bem, a minha é ser feliz fazendo os outros felizes também.
Quero paz, não a paz mundial, não, julguem me o quanto quiser, mas acho impossível acontecer. Digo paz de espírito. Estar em paz consigo mesmo, saber e reconhecer a si mesmo. Não há quase nada mais gratificante do que fechar os olhos e se sentir bem com seu próprio silêncio. Não é o silêncio dos outros que mais nos incomoda e sim o nosso próprio silêncio. É nesse momento em que ficamos sozinhos com nossos pensamentos e entramos em conflito. Paz interior é o que desejo.
Gritem que sou materialista, mas também desejo dinheiro. Essa história de que dinheiro não traz felicidade é mentira. Nem sempre dinheiro traz felicidade, mas ajuda mais do que atrapalha. Quero ter mais dinheiro sim, dinheiro para viajar o mundo e conhecer novas culturas. Um pacote de desejos, mais dinheiro e mais cultura. Para ambas as coisas uso essa: Cultura e dinheiro nunca são demais.
Julguem o quanto quiser por ser louco, mas o que mais desejo é ser mais louco ainda. A vida dos normais é chata demais e, apesar de ser louco ter virado moda, eu fui um dos primeiros. As pessoas se dizem louca, mas nunca vi alguém sair vestido de morte e pegar o ônibus assim. Quanto mais loucura no meu mundo, melhor!
Mais personagens na minha vida. Entretanto, por mais estranho que possa parecer, não quero personagens de verdade, mas sim os da minha mente. Quero que os personagens saiam da minha mente e entrem em meus livros da forma mais natural possível. Terminei um livro e foi uma das melhores sensações do mundo. Todos deveriam escrever um livro, por mais curto que fosse, criar uma história ou contar uma, é uma sensação que você leva pra vida toda.
Por último, mas não menos importante, desejo amor. Quero muito amor na minha vida. Amor de amigos. Amor de irmão. Amor de família. Amor de amantes. Peguei-me desejando amar, mas o amor só vem quando precisamos dele e não quando o queremos. Mas nunca deixe de querer o amor, nunca deixe de querer amar e ser amado. Não perca a esperança. Mais um pacote, pois não há amor sem esperança e não há esperança sem amor.
Quero paz, não a paz mundial, não, julguem me o quanto quiser, mas acho impossível acontecer. Digo paz de espírito. Estar em paz consigo mesmo, saber e reconhecer a si mesmo. Não há quase nada mais gratificante do que fechar os olhos e se sentir bem com seu próprio silêncio. Não é o silêncio dos outros que mais nos incomoda e sim o nosso próprio silêncio. É nesse momento em que ficamos sozinhos com nossos pensamentos e entramos em conflito. Paz interior é o que desejo.
Gritem que sou materialista, mas também desejo dinheiro. Essa história de que dinheiro não traz felicidade é mentira. Nem sempre dinheiro traz felicidade, mas ajuda mais do que atrapalha. Quero ter mais dinheiro sim, dinheiro para viajar o mundo e conhecer novas culturas. Um pacote de desejos, mais dinheiro e mais cultura. Para ambas as coisas uso essa: Cultura e dinheiro nunca são demais.
Julguem o quanto quiser por ser louco, mas o que mais desejo é ser mais louco ainda. A vida dos normais é chata demais e, apesar de ser louco ter virado moda, eu fui um dos primeiros. As pessoas se dizem louca, mas nunca vi alguém sair vestido de morte e pegar o ônibus assim. Quanto mais loucura no meu mundo, melhor!
Mais personagens na minha vida. Entretanto, por mais estranho que possa parecer, não quero personagens de verdade, mas sim os da minha mente. Quero que os personagens saiam da minha mente e entrem em meus livros da forma mais natural possível. Terminei um livro e foi uma das melhores sensações do mundo. Todos deveriam escrever um livro, por mais curto que fosse, criar uma história ou contar uma, é uma sensação que você leva pra vida toda.
Por último, mas não menos importante, desejo amor. Quero muito amor na minha vida. Amor de amigos. Amor de irmão. Amor de família. Amor de amantes. Peguei-me desejando amar, mas o amor só vem quando precisamos dele e não quando o queremos. Mas nunca deixe de querer o amor, nunca deixe de querer amar e ser amado. Não perca a esperança. Mais um pacote, pois não há amor sem esperança e não há esperança sem amor.
domingo, 17 de novembro de 2013
Teoria
Um dia criei uma teoria. Uma teoria que dizia que jamais na minha vida eu alcançaria a plena felicidade de minha alma. Que, em minha vida, sempre faltaria algo.
Um dia criei uma teoria. Uma teoria que dizia que sou mais feliz sozinho, solitário dentro de um mundo que eu criei. Que, no meu mundo, eu sou iludidamente feliz.
Um dia criei uma teoria. Uma teoria que dizia que eu, definitivamente, escrevo melhor quando estou triste e infeliz. Que, apenas com um buraco em meu coração, seria capaz de escrever textos capazes de emocionar.
Uma tarde criei uma teoria. Uma teoria maluca de que uma linda menina me faria feliz e que eu seria capaz de amá-la. Que, com essa menina, minha primeira teoria seria eliminada.
Uma tarde criei uma teoria. Uma teoria que dizia que para ser feliz basta sorrir e mais nada, pois apenas o sorriso forçado seria o suficiente. Que, com um sorriso forjado, o verdadeiro iria surgir.
Certa noite criei outra teoria. Uma teoria que mudaria minha vida para sempre. Uma teoria que era mágica, mas não funcionou. Criei a teoria da literatura. Uma teoria que demandava apenas um caderno velho e uma caneta, um coração aberto e uma alma livre.
Outra noite qualquer criei uma nova teoria. Uma teoria que mudaria minha vida para sempre. Uma teoria que era mágica, mas não funcionou. Criei a teoria do amor. Uma teoria que demandava um coração aberto e uma alma livre, mas meu coração não é aberto e minha alma é prisioneira do medo. Essa teoria constituía em uma vida ao lado de alguém especial, uma vida com sorrisos, com mais alegrias do que decepções. Uma vida em que o amor seria tudo e uma vida em que eu teria em minha melhor amiga, um grande amor. No entanto, cheguei a mais uma teoria.
Ao fim desse texto criei uma teoria. Uma teoria que faz mais sentido que todas as outras. Eu criei a teoria de que todas as minhas teorias não passam de teorias, mas de novo, isso é apenas mais uma teoria.
Um dia criei uma teoria. Uma teoria que dizia que sou mais feliz sozinho, solitário dentro de um mundo que eu criei. Que, no meu mundo, eu sou iludidamente feliz.
Um dia criei uma teoria. Uma teoria que dizia que eu, definitivamente, escrevo melhor quando estou triste e infeliz. Que, apenas com um buraco em meu coração, seria capaz de escrever textos capazes de emocionar.
Uma tarde criei uma teoria. Uma teoria maluca de que uma linda menina me faria feliz e que eu seria capaz de amá-la. Que, com essa menina, minha primeira teoria seria eliminada.
Uma tarde criei uma teoria. Uma teoria que dizia que para ser feliz basta sorrir e mais nada, pois apenas o sorriso forçado seria o suficiente. Que, com um sorriso forjado, o verdadeiro iria surgir.
Certa noite criei outra teoria. Uma teoria que mudaria minha vida para sempre. Uma teoria que era mágica, mas não funcionou. Criei a teoria da literatura. Uma teoria que demandava apenas um caderno velho e uma caneta, um coração aberto e uma alma livre.
Outra noite qualquer criei uma nova teoria. Uma teoria que mudaria minha vida para sempre. Uma teoria que era mágica, mas não funcionou. Criei a teoria do amor. Uma teoria que demandava um coração aberto e uma alma livre, mas meu coração não é aberto e minha alma é prisioneira do medo. Essa teoria constituía em uma vida ao lado de alguém especial, uma vida com sorrisos, com mais alegrias do que decepções. Uma vida em que o amor seria tudo e uma vida em que eu teria em minha melhor amiga, um grande amor. No entanto, cheguei a mais uma teoria.
Ao fim desse texto criei uma teoria. Uma teoria que faz mais sentido que todas as outras. Eu criei a teoria de que todas as minhas teorias não passam de teorias, mas de novo, isso é apenas mais uma teoria.
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