Os escritores que fazem arte com as letras parecem ser melhor amigo do abecedário e intimo da Língua Portuguesa, também pode ser considerado o amante da poesia e casado com a literatura. Esse é o ser mais feliz que pode existir: o escritor.
Sou fã da arte escrita. Gosto da arte visual e da arte sonora, mas a arte escrita é simplesmente divina. Um ser humano que consegue transparecer no papel aquilo que está em sua alma deve ser, de fato, considerado alguém apaixonante e que nunca deve ser largado de vista. Escrever é um talento e quem me dera ser um deles.
Se um escritor está feliz, ele pega um pedaço de papel e começa a criar sua arte, escreve tanto e tão bem que publica aquele texto. Antigamente o texto era publicado em algum jornal e algum livro e as pessoas comentavam na rua, hoje se publica nas redes sociais para que o texto seja curtido, compartilhado e exibido para todos os internautas. Mas quando o escritor é bom e o seu leitor também, o texto não é apenas um texto. O texto passa a ser a alma do escritor e o leitor conhece o lado mais pessoal do escritor. Ele consegue, apenas com algumas palavras envolver o leitor numa viagem para dentro do seu coração e faz com que você sinta a felicidade que ele sente. Seu coração está em paz.
Se um escritor está triste ele desaba dentro do papel. Suas lágrimas se transformam em poesia, e seu gemido se transforma em texto. Seria capaz de comover o mundo com apenas algumas linhas. O escritor triste cria textos tristes que não entristece o mundo, apenas embeleza-o. Faz de conta que o papel é seu psicólogo e coloca tudo lá. O papel é a coisa mais sortuda do mundo, hoje em dia os espaços para escrever na internet também podem ser sortudos. Neles existem mundos mágicos e letras diversas que juntas se transformam na mais bela arte. Que não só se transformam como também transformam a sua vida. Então, viva a literatura, viva o escritor, viva a arte de escrever e transformar mundos.
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